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sexta-feira, 2 de julho de 2010

Manacá-da -serra-anão

Hoje plantei um lindo Manacá-da-serra-anão. Adquiri esta planta belíssima , já com flores.Esta foto não é da minha planta, porque hoje estou sem minha câmera, mas logo que puder, colocarei uma foto da minha plantinha aqui.

Esta variedade, conhecida como 'Nana', alcança de 2 a 3 m de altura e é mais precoce, iniciando a floração com menos de meio metro. Com seu porte arbustivo, ela é apropriada para o uso isolado ou em grupos e renques. Sua floração ocorre no inverno, ao contrário da forma arbórea típica. Também pode ser conduzida em vasos.

sábado, 10 de abril de 2010

Camarão amarelo

Ficha Técnica:Pachystachis lutea

Texto e fotos da Eng.Agr.Miriam Stumpf.

camarão amarelo
flick'r: SantaRosa

O Camarão amarelo

Nome Técnico:
Pachystachis lutea

Nomes Populares :
candelabro de ouro, camarão amarelo

Família :
Família Acanthaceae

Origem:
Originário do Perú.

Descrição:
Arbusto muito ramificado, folhas verdes ovais e ponteagudas, inflorescência semelhante ao camarão vermelho, porém com brácteas em amarelo-ouro.

Muito usado para maciços, renques junto a muros ou ladeando árvores e outras plantas verdes.

Porte:
Seu tamanho pode pode atingir 1,0 m de altura.

Ambiente e uso decorativo:
Pode ser usado em jardineiras, canteiros ou plantas de vasos..

Cultivo:
É cultivada em canteiros ensolarados e com regas regulares.

Não é exigente em fertilidade do solo e tolera estações com poucas chuvas.

A propagação pode ser feita por estaca de ramo, deixando pelo menos duas gemas.

quarta-feira, 7 de abril de 2010

CACTO CANDELABRO


Nome Científico: Euphorbia ingens Sinonímia: Euphorbia similis
Nome Popular: Cacto-candelabro
Família: Euphorbiaceae
Divisão:Angiospermae
Origem: África do Sul
Ciclo de Vida: Perene

Parece um cacto, em muitos sentidos, de caule suculento, com espinhos e folhas reduzidas, esta planta é bem interessante. As sudivisões do seu caule, deram origem ao nome, pelo aspecto ramificado de candelabro. Fica muito bem em jardins de pedras, isolado ou com outras suculentas e cactáceas. Deve-se ter cuidado com crianças pequenas e animais de estimação pois além de espinhos esta planta tem a seiva tóxica. Devem ser cultivados a pleno sol, em solo fértil e bem drenável. O candelabro é uma planta muito tolerante à estiagem e ao frio.

Fonte: http://www.jardineiro.net

pesquisa Puc

BABOSA


  • Nome Científico: Aloe arborescens
  • Sinonímia: Aloe succotrina, Aloe mutabilis, Aloe perfoliata
  • Nome Popular: Babosa, Aloé, Aloé-candelabro, Babosa-de-arbusto, Erva-babosa, Erva-de-azebra, Caraguatá, Caraguatá-de-jardim, Aloé-do-natal
  • Família: Asphodelaceae
  • Divisão: Angiospermae
  • Origem: África do Sul, Malauí, Zimbabue e Moçambique
  • Ciclo de Vida: Perene

A babosa é uma planta suculenta muito versátil e popular, com aplicações medicinais, cosméticas e paisagísticas. Seu porte é arbustivo, atingindo de 0,5 a 3 metros de altura. O caule é ramificado e com base lenhosa. As folhas se apresentam dispostas em roseta e são longas, carnosas, de cor verde azulada e com bordos denteados por espinhos agudos. Quando cortadas, as folhas revelam uma seiva transparente, como um gel. O florescimento da babosa se dá no inverno, despontando inflorescências altas, eretas e muito vistosas. As inflorescências são do tipo rácemo, com numerosas flores vermelhas, laranjas ou amarelas, tubulares e bastante atrativas para beija-flores e abelhas. Os frutos são do tipo cápsula.

Não surpreende o fato desta planta ser tão disseminada e cultivada no mundo todo, afinal, com tantos predicados era de se esperar que caísse no gosto popular. No jardim, com suas folhas e formas decorativas, a babosa presta-se para a formação de maciços densos, conjuntos com outras plantas ou mesmo em renques. É indicada especialmente para jardins rochosos ou áridos, em composições com cactos e outras suculentas, e para cercas vivas defensivas.

Esta suculenta também não pode faltar no jardim de ervas medicinais, pois é uma eficiente e rápida opção para o tratamento de queimaduras, irritações e abrasões da pele, isso sem considerar todas as suas outras propriedades terapêuticas e cosméticas. Ela é considerada tão rica em princípios ativos quanto sua "prima" Aloe vera, a babosa-medicinal. Seu crescimento é moderado a rápido e necessita de pouca manutenção e cuidados, sendo uma boa opção para jardineiros iniciantes. Cuidado: a babosa pode ser alergênica para algumas pessoas e sua ingestão não é recomendada sem supervisão médica.

Deve ser cultivada sob sol pleno ou meia-sombra, em solo bem drenável, leve, enriquecido com matéria orgânica e irrigado a intervalos regulares. A babosa é extremamente rústica e capaz de tolerar condições extremas como estiagem, solos inférteis, altitude elevada, frio, variações bruscas de temperatura e ventos. Adapta-se a uma ampla faixa climática, desde regiões subtropicais até equatoriais. Não resiste a geadas fortes. Multiplica-se por separação das mudas formadas entorno da planta mãe, assim como estaquia de folhas ou caule e, mais raramente, por sementes postas a germinar na primavera.

Calanchoê-fantasma



  • Nome Científico: Kalanchoe fedtschenkoi
  • Nome Popular: Calanchoê-fantasma, Calanchoê
  • Família: Crassulaceae
  • Divisão: Angiospermae
  • Origem: Madagascar
  • Ciclo de Vida: Perene

Parente próxima do Calanchoê, o Calancoê-fantasma se diferencia principalmente pelas cores, que são naturalmente acinzentadas a acastanhadas. É um planta suculenta, de folhas carnosas com margens rendadas. Suas flores alaranjadas são viradas para baixo, como em um lustre e se formam durante os meses mais frios.

Devido à sua coloração diferenciada destaca-se no jardim e forma contrastes interessantes com as outras plantas. Sua utilização paisagística é ampla, formando maciços e bordaduras ou compondo com jardins de pedra.

Devem ser cultivadas a pleno sol, em solo composto de terra de jardim e terra vegetal, bem drenável, com regas regulares. Tolerante ao frio. Multiplica-se por estacas.

PIMENTA-DE-JARDIM


  • Nome Científico: Capsicum sp
  • Nome Popular: Pimenta, piri-piri, malagueta
  • Família: Solanaceae
  • Divisão: Angiospermae
  • Origem: Américas
  • Ciclo de Vida: Perene
A pimenteira é uma plantinha ornamental e seus frutos apresentam diversos usos culinários. Elas devem ser cultivadas a pleno sol, em terra fértil misturada à terra vegetal. Apesar de originalmente perene, as pimenteiras vendidas em floriculturas hoje em dia duram apenas alguns ciclos. Isto é, ela frutifica bem umas 3 a 5 vezes e depois vai enfraquecendo e morre. Isto acontece porque a floração e a frutificação da pimenteira requer muita energia da planta, e as novas cultivares são selecionadas para produzir muitos frutos de uma só vez. Para retardar a morte da planta você pode efetuar o raleio das flores, isto é, arranque metade das flores antes que elas produzam frutos.

Ela pode receber o sol da manhã ou da tarde, evitando que pegue sol durante todo o período. A adubação periódica também ajuda a planta a se manter mais bela por maior tempo. As regas devem ser regulares, evitando que o substrato seque completamente. Uma boa dica é esperar que a superfície do substrato seque antes de regar novamente. Não utilize pratinho no vaso, pois a pimenteira não gosta de encharcamento. A pimenteira pode ser atacada por pulgões com frequencia, o que pode ser combatido com calda de fumo ou outros inseticidas.

A saúde e a longevidade da sua planta vai depender muito da espécie ou híbrido em questão. Seguindo as dicas, sua planta pode viver bastante. se não tiver sorte mesmo assim, procure adquirir uma pimenteira "das antigas", que não dão uma quantidade enorme de frutos mas são muito mais resistentes.
Deve ser cultivada sob sol pleno ou meia-sombra, em solo fértil, profundo, leve, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. A pimenteira aprecia adubações semanais durante o crescimento e floração e adubações quinzenais durante a frutificação. Não tolera estiagem, encharcamento, frio ou geadas. Mutiplica-se por estaquia e mais comumente por sementes. A colheita inicia-se de 100 a 120 dias após o plantio.

domingo, 4 de abril de 2010

Echevéria


  • Nome Popular: Echevéria, rosa-de-pedra, bola-de-neve-mexicana
  • Família: Crassulaceae
  • Divisão: Angiospermae
  • Origem: México
  • Ciclo de Vida: Perene

Um das mais suculentas mais populares, as echevérias ou rosas-de-pedra são nomes utilizados para um grande grupo de espécies do gênero Echeveria. Elas têm folhas de coloração verde, rosada ou acinzentada, espessas em forma de roseta. Produzem florezinhas róseas de feito ornamental secundário. Excelentes para jardins de pedras, compondo com outras suculentas, bromélias e cactáceas, as echevérias também ficam lindas em vasos e bordaduras.

Devem ser cultivadas sempre a pleno sol, em solo composto de terra de jardim, terra vegetal e areia, bem drenável, com regas periódicas. Tolerantes ao frio subtropical. Multiplicam-se por estaquia das folhas suculentas e por separação das mudas laterais.



Originárias em sua maioria de ambientes desérticos, onde predomina o clima árido e as altas temperaturas, elas desenvolveram características especiais para que pudessem se adaptar. Algumas têm uma espécie de "pêlo" nas folhas, outras uma camada de cera, ambas as coberturas previnem a perda de água armazenada nas seguintes estruturas: folhas, caules, ou ainda nos troncos e raízes.
A capacidade de armazenar água e a grande resistência faz com que elas exijam pouquíssima manutenção. Geralmente basta um substrato bem drenado, no mínimo 4 horas diárias de sol e um bom regime de regas.
Para tê-las em casa por um bom tempo, basta seguir estas dicas:
Sua suculenta pode ser plantada tanto no vaso plástico como no de cerâmica, mas tenha sempre em mente que o plástico vai exigir um número menor de regas, pois ele não absorve a água como o de cerâmica, e consequentemente, permanece mais tempo molhado.
Aumenta o aproveitamento dos adubos colocados no solo, principalmente os NPK, pois as plantas terão maior capacidade de absorção.
Use um substrato bem drenado. Existem muitas recomendações de substrato, você pode encontrar uma que dê melhores resultados. Para isso teste em casa com suas mudinhas:
• Sugestão 1:
1 parte de terra vegetal
2 partes de areia grossa
• Sugestão 2:
1 parte de terra vermelha
1 parte de húmus de minhoca
1 parte de areia grossa
1 parte de carvão vegetal moído
As regas devem ser cuidadosas, uma vez por semana no verão, de maneira abundante, e uma vez a cada quinze dias no inverno. Não use pulverizadores para não formar um ambiente úmido em torno das plantas. Essa é só uma sugestão – você descobre a medida – se perceber que suas plantas estão murchando, aumente gradativamente a quantidade de água, caso as folhas da base começarem a apodrecer, diminua.

Não adube excessivamente seus vasos. O excesso de nitrogênio faz com que as plantas cresçam exageradamente e fiquem muito suculentas. A planta fica estiolada (comprida e magrinha) e com as portas abertas para o aparecimento de doenças.
Use 1 colher de café de NPK 10-10-10 a cada mês nos vasinhos e elas se manterão bonitas. Use também farinha de osso (1 colher de chá/vaso) uns 2 meses antes da floração.
Deixe seus vasinhos ao sol, a maioria das suculentas gosta dele. As plantas que não tomam a quantidade necessária de luz ficam estioladas, tem sua aparência descaracterizada, a cor fica pálida e elas começam a apodrecer na base. Sempre observe o desenvolvimento e pesquise sobre as necessidades da sua planta, só assim ela vai ficará sadia e poderá oferecer toda sua beleza.
Texto e Fotos: Eng. Agr. Grasiele Moreira
Copiado do site:
http://www.jardineiro.net/br/artigos/cuidados_suculentas.php

Flor de maio


O Cacto Flor de maio


O Cacto Schlumbergera truncata

Nome Técnico:
Schlumbergera truncata (Haw.) Moran
Syn.: Epiphyllum truncatum Haw., Zygocactus truncatus Schum.

Nomes Populares :
flor-de-maio

Família :
Família Cactaceae

Origem:
Brasil.

Descrição:
Planta epífita de cladódios achatados, articulados, pendentes e sem espinhos.

Flores grandes, vistosas e de formato que lembram um camarão, em diversas cores, que surgem na ponta dos ramos.
Floresce no outono.

Modo de cultivo :
Local ensolarado, para vasos de boca larga, usados como pendentes.

Substrato de cultivo rico em matéria orgânica como húmus de minhoca, misturada ao solo mineral de canteiro e adubo granulado NPK 4-14-8, mais areia para garantir a boa drenagem.
Se dispuser de composto orgânico de folhas decompostas poderá utilizá-lo, mas deverá acrescentar uma colherinha de chá de cal hidratada bem misturada, pois cactos não apreciam solo ácido.

Paisagismo:
Usado em vasos como pendente.

Pode também ser cultivado em conjunto com plantas suculentas pendentes.

quinta-feira, 1 de abril de 2010

ORELHA-DE-COELHO



  • Nome Científico: Opuntia microdasys
  • Sinonímia: Opuntia microdasys
  • Nome Popular: Orelha-de-coelho, palma-brava, opúntia
  • Família: Cactaceae
  • Divisão: Angiospermae
  • Origem: Brasil
  • Ciclo de Vida: Perene

De aspecto mimoso, devemos ter cuidado com esta palma, seus espinhos amarelos ou brancos são bastante finos, doloridos e difíceis de remover. O tronco verde é dividido em partes (artículos) com muitos pontos equidistantes (espinhos em tufos). Forma flores amarelas, isoladas nos meses mais quentes.

Pequenino, este cacto fica muito bonito se cultivado em vasos isoladamente ou em composição com outras cactáceas e suculentas. Deve ser plantado em substrato leve, com areia e regado periodicamente, sempre a pleno sol. Tolerante ao frio. Multiplica-se por estaquia dos artículos.

Um bom substrato é essencial podendo ser composto da seguinte maneira: 50% de areia lavada de rio, 50% de terra vegetal. Pode ser acrescentado o húmus de minhoca na proporção de um terço do volume de terra vegetal. Os espécimes jovens não devem ser expostos diretamente ao sol o dia inteiro, precisando apenas de luminosidade intensa. A rega não deve ser excessiva, pois pode apodrecer o cacto.

segunda-feira, 29 de março de 2010

Violetas: O primeiro cultivo




No quintal da casa de minha mãe, encontrei um canteiro com muitas mudas de violetas, torrando ao sol, também encontrei diversos vasos usados.
Tudo fez parte de minha primeira experiência:


Nome popular: Violeta; Violeta-africana.
Nome científico:
Saintpaulia ionantha.
Família: Gesneriaceae.
Origem: África Tropical.


Observações: Herbácea perene, de 15 a 20 cm de altura, com folhas aveludadas, carnosas, frágeis e bastante ornamentais.

O florescimento é contínuo o ano todo. Da hibridação e melhoramento genético surgiram variedades que produzem flores de diversas cores, como brancas, róseas, roxas ou bicolores. (Cultivar “Quimera”)

Planta de origem tropical, não tolera baixas temperaturas e geadas.

Cultivo: Geralmente é cultivada em vasos e jardineiras mantidos em locais protegidos da luz solar direta, mas com muita luminosidade indireta ou difusa.

Os vasos devem ser ricos em matéria orgânica, com excelente drenagem, evitando-se qualquer excesso de umidade, o que poderia levar ao apodrecimento da planta.

É multiplicada principalmente por meio de estaquia, mas para essa planta a parte utilizada é a folha com seu pecíolo, em ambiente protegido de ventos e chuvas.