domingo, 25 de abril de 2010
Cactáceas e Suclentas
quinta-feira, 15 de abril de 2010
Misturas de solo paras vasos ou jardineiras
sábado, 10 de abril de 2010
Camarão amarelo
Ficha Técnica:Pachystachis lutea
Texto e fotos da Eng.Agr.Miriam Stumpf.
flick'r: SantaRosa
O Camarão amarelo
Nome Técnico:
Pachystachis lutea
Nomes Populares :
candelabro de ouro, camarão amarelo
Família :
Família Acanthaceae
Origem:
Originário do Perú.
Descrição:
Arbusto muito ramificado, folhas verdes ovais e ponteagudas, inflorescência semelhante ao camarão vermelho, porém com brácteas em amarelo-ouro.
Muito usado para maciços, renques junto a muros ou ladeando árvores e outras plantas verdes.
Porte:
Seu tamanho pode pode atingir 1,0 m de altura.
Ambiente e uso decorativo:
Pode ser usado em jardineiras, canteiros ou plantas de vasos..
Cultivo:
É cultivada em canteiros ensolarados e com regas regulares.
Não é exigente em fertilidade do solo e tolera estações com poucas chuvas.
A propagação pode ser feita por estaca de ramo, deixando pelo menos duas gemas.
BEGÔNIA hÍBRIDA
Begônia híbrida
Nome Técnico:
Begonia hybrida Hort. Ex Steud.
Nomes Populares :
Begônia
Família :
Angiospermae – Família Begoniaceae
Origem:
A espécie tipo é originária do Brasil.
Descrição:
Os híbridos cuja planta de origem é a begônia nativa brasileira de matas úmidas, são plantas oriundas dos cruzamentos de Begonia socotrana, Begonia veitchii, Begonia boliviensis e Begonia rosaeflora em 1880.
Mais de 900 espécies são encontradas neste gênero.
Suas raízes podem ser rizomatosas ou fibrosas.
O caule é sumarento e ramificado e as folhas são em formato de orelha, de bordas irregulares e denteadas, cor verde brilhante.
As flores são encontradas desde pequenas até grandes e de múltiplas pétalas lembrando uma pequena rosa.
A planta pode atingir até 0,30 m, sendo muito usada para decoração de interiores.
Modo de Cultivo :
Requer muita luminosidade e deve ser cultivada junto à janelas com luz difusa, caso seu cultivo seja em interiores.
Adapta-se muito bem a vasos colocados à meia sombra.
Sua floração é profusa e muito ornamental.
Como se trata de um híbrido, suas sementes são estéreis e para fazer a propagação, usa-se estacas de ramos, colocando-se em areia úmida com pelo menos duas gemas para enaizamento.
Quando notar seu desenvolvimento, retirar com cuidado e plantar em vasos com uma mistura de composto orgânico de folhas, húmus de minhoca e areia, pois necessita de boa drenagem.
Não tolera solo encharcado, porém desenvolve-se melhor em ambientes úmidos como nos bosques.
Se cultivar dentro de casa é interessante manter recipiente com água próximo a ela.
Paisagismo:
É comercializada em vasos plásticos, mas podemos colocar a muda em vasos de cerâmica maiores, podendo inclusive usar mudas de flores de cores na mesma escala de tons, como branca,amarela e laranja.
Ou um alto contraste para decoração de Natal, brancas e vermelhas.
Muito ornamental, é uma das plantas de vaso mais usadas para presentear amigos, é vistosa, todo mundo gosta e dura muito tempo.
antúrios
ANTHURIUM ANDREANUM | ||||||||
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quarta-feira, 7 de abril de 2010
CACTO CANDELABRO

Nome Científico: Euphorbia ingens Sinonímia: Euphorbia similis
Nome Popular: Cacto-candelabro
Família: Euphorbiaceae
Divisão:Angiospermae
Origem: África do Sul
Ciclo de Vida: Perene
Parece um cacto, em muitos sentidos, de caule suculento, com espinhos e folhas reduzidas, esta planta é bem interessante. As sudivisões do seu caule, deram origem ao nome, pelo aspecto ramificado de candelabro. Fica muito bem em jardins de pedras, isolado ou com outras suculentas e cactáceas. Deve-se ter cuidado com crianças pequenas e animais de estimação pois além de espinhos esta planta tem a seiva tóxica. Devem ser cultivados a pleno sol, em solo fértil e bem drenável. O candelabro é uma planta muito tolerante à estiagem e ao frio.
Fonte: http://www.jardineiro.net
pesquisa Puc
BABOSA

Foto: Rita Barreto
- Nome Científico: Aloe arborescens
- Sinonímia: Aloe succotrina, Aloe mutabilis, Aloe perfoliata
- Nome Popular: Babosa, Aloé, Aloé-candelabro, Babosa-de-arbusto, Erva-babosa, Erva-de-azebra, Caraguatá, Caraguatá-de-jardim, Aloé-do-natal
- Família: Asphodelaceae
- Divisão: Angiospermae
- Origem: África do Sul, Malauí, Zimbabue e Moçambique
- Ciclo de Vida: Perene
A babosa é uma planta suculenta muito versátil e popular, com aplicações medicinais, cosméticas e paisagísticas. Seu porte é arbustivo, atingindo de 0,5 a 3 metros de altura. O caule é ramificado e com base lenhosa. As folhas se apresentam dispostas em roseta e são longas, carnosas, de cor verde azulada e com bordos denteados por espinhos agudos. Quando cortadas, as folhas revelam uma seiva transparente, como um gel. O florescimento da babosa se dá no inverno, despontando inflorescências altas, eretas e muito vistosas. As inflorescências são do tipo rácemo, com numerosas flores vermelhas, laranjas ou amarelas, tubulares e bastante atrativas para beija-flores e abelhas. Os frutos são do tipo cápsula.
Não surpreende o fato desta planta ser tão disseminada e cultivada no mundo todo, afinal, com tantos predicados era de se esperar que caísse no gosto popular. No jardim, com suas folhas e formas decorativas, a babosa presta-se para a formação de maciços densos, conjuntos com outras plantas ou mesmo em renques. É indicada especialmente para jardins rochosos ou áridos, em composições com cactos e outras suculentas, e para cercas vivas defensivas.
Esta suculenta também não pode faltar no jardim de ervas medicinais, pois é uma eficiente e rápida opção para o tratamento de queimaduras, irritações e abrasões da pele, isso sem considerar todas as suas outras propriedades terapêuticas e cosméticas. Ela é considerada tão rica em princípios ativos quanto sua "prima" Aloe vera, a babosa-medicinal. Seu crescimento é moderado a rápido e necessita de pouca manutenção e cuidados, sendo uma boa opção para jardineiros iniciantes. Cuidado: a babosa pode ser alergênica para algumas pessoas e sua ingestão não é recomendada sem supervisão médica.
Deve ser cultivada sob sol pleno ou meia-sombra, em solo bem drenável, leve, enriquecido com matéria orgânica e irrigado a intervalos regulares. A babosa é extremamente rústica e capaz de tolerar condições extremas como estiagem, solos inférteis, altitude elevada, frio, variações bruscas de temperatura e ventos. Adapta-se a uma ampla faixa climática, desde regiões subtropicais até equatoriais. Não resiste a geadas fortes. Multiplica-se por separação das mudas formadas entorno da planta mãe, assim como estaquia de folhas ou caule e, mais raramente, por sementes postas a germinar na primavera.