domingo, 25 de abril de 2010

Cactáceas e Suclentas

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quinta-feira, 15 de abril de 2010

Misturas de solo paras vasos ou jardineiras

Misturas de solo paras vasos ou jardineiras

Mistura rica em matéria orgânica:

1 parte de terra comum de jardim
1 parte de terra vegetal
2 partes de composto orgânico

Ideal para plantas como: licuala ou palmeira-leque (Licuala grandis), camélia (Camellia japonica), cróton (Codiaeum variegatum), cica (Cycas revoluta), gardênia (Gardenia jasminoides), lantana (Lantana camara), planta-camarão amrelo (Pachystachys lutea), azaléia (Rhododendron xsimsii), flor-de-cera (Hoya carnosa), calceolária (Calceolaria herbeohybrida), petunia (Petunia x hybrida), calendula (Calendula officinalis), margarida (Chrysanthemum leucathemum).

Mistura argilosa:

2 partes de terra comum de jardim
2 partes de terra vegetal
1 parte de areia

Ideal para plantas como: papiro (Cyperus papyrus), gladíolo ou palma-de-santa-rita (Gladiolus), narciso (Narcissus poeticus), bastão-do-imperador (Nicolaia elatior), prímula (Primula obconica), gloxínia (Sinningia speciosa), estrelitzia (Strelitzia reginae, copo-de-leite (Zantedeschia aethiopica), calla (Zantedeschia aethiopica ‘Calla’).

Mistura arenosa:

1 parte de terra comum de jardim
1 parte de terra vegetal
2 partes de areia

Ideal para plantas como: palmeira-bambu (Chamaedorea elegans), planta-camarão vermelho (Beloperene guttata), buxinho (Buxus sempervirens), caliandra ou esponjinha(Calliandra), bico-de-papagaio ou poinsétia (Euphorbia pulcherrima), hibisco (Hibiscus rosa-sinensis), hortênsia (Hidrangea macrophylla), ixora (Ixora chinensis), giesta ou vassoura espanhola (Spartium junceum), primavera (Bouganvillea spectabilis), lírio-da-paz (Spatiphylum wallisii), espada-de-são-jorge (Sanseveria trifasciata), lança-de-são-jorge (Sanseveria cylindrica), onze-horas (portulaca grandiflora).

Mistura areno-argilosa:

1 parte de terra comum de jardim
1 parte de terra vegetal
1 parte de composto orgânico
1 parte de areia

Ideal para plantas como: palmeira-rápis (Rhapis excelsa), árvore-da-felicidade-fêmea (Polyscias fruticosa), árvore-da-felicidade-fêmea (Polyscias guilfoylei), gerânio (Pelargonium sp.), gerânio pendente (Pelargonium peltatum).

sábado, 10 de abril de 2010

Camarão amarelo

Ficha Técnica:Pachystachis lutea

Texto e fotos da Eng.Agr.Miriam Stumpf.

camarão amarelo
flick'r: SantaRosa

O Camarão amarelo

Nome Técnico:
Pachystachis lutea

Nomes Populares :
candelabro de ouro, camarão amarelo

Família :
Família Acanthaceae

Origem:
Originário do Perú.

Descrição:
Arbusto muito ramificado, folhas verdes ovais e ponteagudas, inflorescência semelhante ao camarão vermelho, porém com brácteas em amarelo-ouro.

Muito usado para maciços, renques junto a muros ou ladeando árvores e outras plantas verdes.

Porte:
Seu tamanho pode pode atingir 1,0 m de altura.

Ambiente e uso decorativo:
Pode ser usado em jardineiras, canteiros ou plantas de vasos..

Cultivo:
É cultivada em canteiros ensolarados e com regas regulares.

Não é exigente em fertilidade do solo e tolera estações com poucas chuvas.

A propagação pode ser feita por estaca de ramo, deixando pelo menos duas gemas.

BEGÔNIA hÍBRIDA

Begônia híbrida

Nome Técnico:
Begonia hybrida Hort. Ex Steud.

Nomes Populares :
Begônia

Família :
Angiospermae – Família Begoniaceae

Origem:
A espécie tipo é originária do Brasil.

Descrição:
Os híbridos cuja planta de origem é a begônia nativa brasileira de matas úmidas, são plantas oriundas dos cruzamentos de Begonia socotrana, Begonia veitchii, Begonia boliviensis e Begonia rosaeflora em 1880.
Mais de 900 espécies são encontradas neste gênero.

Suas raízes podem ser rizomatosas ou fibrosas.
O caule é sumarento e ramificado e as folhas são em formato de orelha, de bordas irregulares e denteadas, cor verde brilhante.

As flores são encontradas desde pequenas até grandes e de múltiplas pétalas lembrando uma pequena rosa.
A planta pode atingir até 0,30 m, sendo muito usada para decoração de interiores.

Modo de Cultivo :
Requer muita luminosidade e deve ser cultivada junto à janelas com luz difusa, caso seu cultivo seja em interiores.
Adapta-se muito bem a vasos colocados à meia sombra.

Sua floração é profusa e muito ornamental.

Como se trata de um híbrido, suas sementes são estéreis e para fazer a propagação, usa-se estacas de ramos, colocando-se em areia úmida com pelo menos duas gemas para enaizamento.
Quando notar seu desenvolvimento, retirar com cuidado e plantar em vasos com uma mistura de composto orgânico de folhas, húmus de minhoca e areia, pois necessita de boa drenagem.

Não tolera solo encharcado, porém desenvolve-se melhor em ambientes úmidos como nos bosques.
Se cultivar dentro de casa é interessante manter recipiente com água próximo a ela.

Paisagismo:
É comercializada em vasos plásticos, mas podemos colocar a muda em vasos de cerâmica maiores, podendo inclusive usar mudas de flores de cores na mesma escala de tons, como branca,amarela e laranja.
Ou um alto contraste para decoração de Natal, brancas e vermelhas.

Muito ornamental, é uma das plantas de vaso mais usadas para presentear amigos, é vistosa, todo mundo gosta e dura muito tempo.

antúrios

ANTHURIUM ANDREANUM


CULTIVO

Luminosidade:

Ao receber a sua planta, retire-a da embalagem plástica e coloque-a em um local bem iluminado e bem ventilado, de preferência onde a planta possa receber o sol da manhã. Quando a planta está sem flores, é preferível deixá-la na área ou no jardim num lugar bem protegida do sol do meio dia (por exemplo: de baixo de uma árvore).


Substrato

Sendo o Antúrio uma epiphyta, ela necessita de um substrato grosso dentro do vaso. Nós usamos uma mistura de fibra de coco, com bagaço de cana decomposto e casca de pinus. Recomendamos adubar uma vez por mês, com um adubo não muito forte. Use adubo mineral com o teor de Nitrogênio, Fósfora e Potássio é similar (por exemplo N:P:K = 18:18:18 ou N:P:K = 10:10:10) na medida de meia colher de chá de adubo puro por litro de água. Se não achar algum adubo onde consta o teor dos elementos, pode usar um adubo recomendado para violetas, usando a metade da dosagem recomendada para violetas. Sugerimos usar água de chuva ou mineral; em caso de água clorada, ferver para eliminar o excesso de cloro e deixar esfriar. Pode ser dado também adubo orgânico, como torta de mamona, que pode ser colocado sobre o vaso 1 vez por ano (1 colher de chá de adubo por vaso).


Irrigação e Adubação

Recomendamos adubar uma vez por mês, com um adubo não muito forte. Use adubo mineral com o teor iguais de Nitrogênio, Fósforo e Potássio ou similar (por exemplo N:P:K = 18:18:18 ou N:P:K = 10:10:10) na medida de uma colher de chá de adubo puro por litro de água. Se não achar algum adubo onde consta o mesmo teor dos elementos, pode usar um adubo recomendado para violetas, usando a metade da dosagem recomendada. Recomendamos o uso de água de chuva ou mineral; em caso de água clorada, ferver para eliminar o excesso de cloro e deixar esfriar até atingir temperatura ambiente. Pode ser dado também adubo orgânico, como torta de mamona, que pode ser colocado sobre o vaso uma vez por ano (1 colher de chá de adubo por vaso).


Florada

Quando observamos bem cada flor, percebemos que a flor sai junto com uma folha de um mesmo invólucro na base da folha velha. Isso quer dizer que, se a planta se sente bem, pode formar uma flor com cada nova folha. Cada ciclo demora mais ou menos 2 meses.


Pragas e Doenças

O Antúrio é uma planta bastante resistente, mas pode ser atacada por varias pragas e doenças, algumas delas podem ser fatais. Em nosso cultivo, combatemos isso com medidas de higiene e controle de clima; também não permitimos visitas para evitar contágios, porque os visitantes podem trazer doenças às plantas. O mais importante na prevenção de doenças é adquirir mudas ou plantas formadas de origem confiável e conhecida. O Antúrio pode ser alvo fácil de alguns insetos (lagartas, lesmas ou caracóis). A presença de lesmas ou caracóis na planta é sinal de excesso de umidade, e é fácil notar sua presença; ela deixa um rastro bem visível , como se fosse feito uma listra de cola nas folhas ou flores; as lagartas, produzem excremento, fácil de notar também. A melhor maneira de combate é retirando-os manualmente. Podridão nas raízes: o Antúrio é uma planta que gosta muito de água, mas mesmo assim pode perder as raízes por excesso de umidade. A melhor forma para combater esta doença (pythium ou phytophtera), é diminuir a água. Em caso extremo (quando não sobra mais nenhuma raiz) pode se replantar a muda, retirando todas as partes podres do pé da planta. Cochonilhas são insetos como os pulgões, muito difícil de matar, porque são protegidos por uma camada de cera. A melhor maneira de combate-los é retirando a casca com um palito, e matar o inseto. Outra maneira é, preparar uma mistura com sabão neutro, com uns 10-20% de álcool em água e borrifar as plantas com essa mistura. Esse método também serve para controle de outros insetos.
copiado do site
http://www.sitiokolibri.com.br/anth_cultivo.asp

10/04/2010




























quarta-feira, 7 de abril de 2010

CACTO CANDELABRO


Nome Científico: Euphorbia ingens Sinonímia: Euphorbia similis
Nome Popular: Cacto-candelabro
Família: Euphorbiaceae
Divisão:Angiospermae
Origem: África do Sul
Ciclo de Vida: Perene

Parece um cacto, em muitos sentidos, de caule suculento, com espinhos e folhas reduzidas, esta planta é bem interessante. As sudivisões do seu caule, deram origem ao nome, pelo aspecto ramificado de candelabro. Fica muito bem em jardins de pedras, isolado ou com outras suculentas e cactáceas. Deve-se ter cuidado com crianças pequenas e animais de estimação pois além de espinhos esta planta tem a seiva tóxica. Devem ser cultivados a pleno sol, em solo fértil e bem drenável. O candelabro é uma planta muito tolerante à estiagem e ao frio.

Fonte: http://www.jardineiro.net

pesquisa Puc

BABOSA


  • Nome Científico: Aloe arborescens
  • Sinonímia: Aloe succotrina, Aloe mutabilis, Aloe perfoliata
  • Nome Popular: Babosa, Aloé, Aloé-candelabro, Babosa-de-arbusto, Erva-babosa, Erva-de-azebra, Caraguatá, Caraguatá-de-jardim, Aloé-do-natal
  • Família: Asphodelaceae
  • Divisão: Angiospermae
  • Origem: África do Sul, Malauí, Zimbabue e Moçambique
  • Ciclo de Vida: Perene

A babosa é uma planta suculenta muito versátil e popular, com aplicações medicinais, cosméticas e paisagísticas. Seu porte é arbustivo, atingindo de 0,5 a 3 metros de altura. O caule é ramificado e com base lenhosa. As folhas se apresentam dispostas em roseta e são longas, carnosas, de cor verde azulada e com bordos denteados por espinhos agudos. Quando cortadas, as folhas revelam uma seiva transparente, como um gel. O florescimento da babosa se dá no inverno, despontando inflorescências altas, eretas e muito vistosas. As inflorescências são do tipo rácemo, com numerosas flores vermelhas, laranjas ou amarelas, tubulares e bastante atrativas para beija-flores e abelhas. Os frutos são do tipo cápsula.

Não surpreende o fato desta planta ser tão disseminada e cultivada no mundo todo, afinal, com tantos predicados era de se esperar que caísse no gosto popular. No jardim, com suas folhas e formas decorativas, a babosa presta-se para a formação de maciços densos, conjuntos com outras plantas ou mesmo em renques. É indicada especialmente para jardins rochosos ou áridos, em composições com cactos e outras suculentas, e para cercas vivas defensivas.

Esta suculenta também não pode faltar no jardim de ervas medicinais, pois é uma eficiente e rápida opção para o tratamento de queimaduras, irritações e abrasões da pele, isso sem considerar todas as suas outras propriedades terapêuticas e cosméticas. Ela é considerada tão rica em princípios ativos quanto sua "prima" Aloe vera, a babosa-medicinal. Seu crescimento é moderado a rápido e necessita de pouca manutenção e cuidados, sendo uma boa opção para jardineiros iniciantes. Cuidado: a babosa pode ser alergênica para algumas pessoas e sua ingestão não é recomendada sem supervisão médica.

Deve ser cultivada sob sol pleno ou meia-sombra, em solo bem drenável, leve, enriquecido com matéria orgânica e irrigado a intervalos regulares. A babosa é extremamente rústica e capaz de tolerar condições extremas como estiagem, solos inférteis, altitude elevada, frio, variações bruscas de temperatura e ventos. Adapta-se a uma ampla faixa climática, desde regiões subtropicais até equatoriais. Não resiste a geadas fortes. Multiplica-se por separação das mudas formadas entorno da planta mãe, assim como estaquia de folhas ou caule e, mais raramente, por sementes postas a germinar na primavera.